Alfabetização

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Alfabetização, leitura e escrita

Publicado por blogye29 em Agosto 13, 2008

No Brasil, quase um terço da população possui baixos níveis de letramento. Entre os jovens e adultos, considerando-se aqueles que têm mais de 15 anos, cerca de 13% são analfabetos, ainda que um terço deles já tenha passado pelo Ensino Fundamental. Entre as crianças, mais da metade das que chegam à 4ª série não têm apresentado um rendimento adequado em leitura. Quase 30% dessas crianças não sabem ler.

Esses dados nos levam a refletir: o que acontece com o nosso país? O que acontece em nossas escolas? Por que parte significativa de nossas crianças não se alfabetizam?

Discutir com você, professor(a), os problemas envolvidos na alfabetização e no letramento – conceito surgido recentemente no campo educacional – é o principal objetivo desta série.

Segundo Magda Soares2:

Dissociar alfabetização e letramento é um equívoco porque, no quadro das atuais concepções psicológicas,  lingüísticas e psicolingüísticas de leitura e escrita,  a entrada da criança (e também do adulto analfabeto) no mundo da escrita se dá simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema convencional de escrita – a alfabetização,  e pelo desenvolvimento de habilidades de uso desse sistema em atividades de leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita – o letramento. Não são processos independentes, mas interdependentes, e indissociáveis: a alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só pode desenvolver-se no contexto da e por meio da aprendizagem das relações fonema-grafema, isto é, em dependência da alfabetização.

 Nos cinco programas da série Alfabetização, leitura e escrita, que será apresentada no programa Salto para o Futuro, da TV Escola, de 29 de março a 2 de abril, você encontrará elementos para compreender melhor esses fenômenos complexos, os problemas que enfrentamos e – principalmente –as perspectivas para fazer com que cada criança brasileira tenha assegurado o seu direito a aprender a ler e a escrever e, assim, a participar do mundo da escrita.

Veja abaixo um resumo dos programas desta série.

PGM1:    Alfabetização e letramento: os desafios contemporâneos

O programa tem dois objetivos. Em primeiro lugar, pretende caracterizar os desafios contemporâneos da alfabetização e do letramento. Para isso, apresenta e discute dados sobre os índices escolares e não-escolares da alfabetização e do letramento no Brasil. Esses índices mostram um persistente fracasso na alfabetização.

O segundo objetivo do programa é levantar e discutir possibilidades de explicação desse fenômeno. Trata-se de um problema histórico? Trata-se de problema decorrente dos métodos utilizados para alfabetização? De um problema resultante das políticas de promoção continuada, postas em prática na última década? Da formação do professor e de concepções teórico-metodológicas equivocadas? Da ampliação do próprio conceito de alfabetização e do surgimento de um novo conceito, o de letramento?

O que é letramento? Em que se distingue da alfabetização?

PGM 2:   Oralidade e escrita: dificuldades de ensino-aprendizagem na alfabetização

Uma das explicações dadas para o fracasso da alfabetização no Brasil é a de que a democratização do acesso à educação, ocorrida a partir dos anos 70, levou a escola a lidar com crianças que teriam, em razão de suas condições de vida, sérias deficiências culturais e lingüísticas, que acarretariam dificuldades de aprendizagem. Teriam problemas de indisciplina e não valorizariam a escola. Sua linguagem oral seria muito distante da língua escrita. Em seu ambiente familiar, não vivenciariam os usos da escrita nem conviveriam com pessoas que valorizassem esse aprendizado. Seus pais teriam pouco interesse pela escola.

De fato, os dados estatísticos (os do SAEB dentre eles) mostram que o fracasso tende a se concentrar nas crianças oriundas de meios menos favorecidos. No entanto, diferentes estudos mostram também que, ao contrário do que em geral se afirma, essas crianças possuem um adequado desenvolvimento cultural e lingüístico e que é a escola que apresenta sérias dificuldades para lidar com a diversidade cultural, lingüística e mesmo étnica da população brasileira.

Este programa tematiza justamente o fracasso da alfabetização de crianças de meios menos favorecidos. Seus principais objetivos são:

u discutir as diferentes explicações para esse fracasso;

u mostrar que, mesmo experimentando difíceis condições de existência, essas crianças apresentam um adequado desenvolvimento cultural e lingüístico.

u Discutir perspectivas para assegurar um ensino adequado a essas crianças.

PGM 3:   O que é ser alfabetizado e letrado?

O programa tem por objetivo discutir, de modo mais aprofundado que no PGM 1, os conceitos de alfabetização e de letramento e os conhecimentos, habilidades ou capacidades envolvidos no aprendizado e no uso da língua escrita.

A importância do programa para a série é de dupla natureza: em primeiro lugar, reside na possibilidade de auxiliar a você, professor(a), na compreensão dos conceitos de alfabetização e letramento; em segundo lugar, nas implicações desses dois conceitos – particularmente, das capacidades e conhecimentos que descrevem – para a definição dos objetivos a serem buscados no ensino da língua escrita.

No que diz respeito a esse último aspecto, o programa deve auxiliar os professores a responderem a perguntas como: o se deve saber para ser alfabetizado e letrado? O que as crianças e adultos em geral já sabem? O que em geral precisam aprender? O que é dominar as capacidades de codificação e de decodificação? O que é dominar usos da língua escrita? O que significa inserir crianças, jovens e adultos na cultura escrita?

PGM 4:   Organizando as classes de alfabetização: processos e métodos

Historicamente, as discussões sobre a alfabetização se organizaram em torno da eficácia dos processos (analítico, sintético, analítico-sintético) e dos métodos (silábico, fônico, global). Posteriormente, com a divulgação dos estudos sobre a psicogênese da alfabetização, assistiu-se a um abandono da discussão sobre a eficácia dos processos e métodos. Como se caracteriza, hoje, o estado da discussão sobre a metodologia da alfabetização?

Responder a essa pergunta é o objetivo geral deste programa. São seus objetivos específicos discutir:

u como organizar as classes de alfabetização?

u como preparar a escola e a sala de aula para a alfabetização?

u como fazer o planejamento?

u como estabelecer rotinas?

u como criar um ambiente alfabetizador?

u como escolher os métodos e processos?

u qual o melhor método ou processo?

PGM 5: Letramento e diversidade textual

Um dos objetivos do ensino da língua escrita é possibilitar ao aluno o domínio das capacidades de leitura e de produção de textos de diferentes gêneros, que circulam socialmente e que estão presentes no cotidiano das sociedades letradas. É o domínio dessas capacidades e seu uso efetivo em práticas sociais que caracterizam o letramento.

Este programa tem três objetivos principais:

u examinar o conceito de gênero textual;

u discutir a relação da leitura e da escrita de diferentes gêneros com a alfabetização;

u analisar perspectivas metodológicas para o trabalho com gêneros de textos na alfabetização.

 

Caso você queira mais elementos para auxiliá-lo(a) em sua prática de alfabetização, o Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) – que prestou assessoria na organização desta série – coloca à sua disposição, gratuitamente, materiais que têm por objetivo fornecer subsídios para a organização da alfabetização. Esses materiais estão disponíveis na página do Ceale: www.fae.ufmg.br/ceale. Basta clicar no link Ciclo Inicial de Alfabetização . 

 

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Só 7 das 5.183 escolas estaduais de SP possuem padrões de ensino internacionais

Publicado por blogye29 em Maio 15, 2008

Somente 7 das 5.183 escolas estaduais paulistas possuem qualidade de ensino equivalente ao verificado em países como Finlândia e Coréia, duas potências mundiais quando o assunto é educação. Duas delas são do ensino médio e outras cinco, escolas de 5ª a 8ª série do ensino fundamental.

Apenas elas atendem às metas estipuladas pelo Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), um indicador criado pelo governo estadual para avaliar as condições da qualidade do ensino na rede que administra. Ele leva em conta dois dados: o Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e a taxa de alunos que estudam em séries indicadas para a sua idade –e que podem sofrer variação caso haja repetência e evasão, por exemplo.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o índice é individualizado e não foi criado para estimular uma disputa entre as melhores ou piores escolas da rede, mas sim para averiguar as condições de cada unidade de ensino e estabelecer metas de melhorias a curto e longo prazos. Cada escola terá uma espécie de boletim. Ele pode ser consultado no site da própria Secretaria de Estado da Educação.

“O Idesp vai permitir que as nossas escolas melhorem mais rapidamente”, afirmou nesta quinta-feira a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

Anunciado como uma revolução pela secretária, o lançamento do índice contou com a participação secretários do governo José Serra (PSDB), entre eles nomes de peso como Aloysio Nunes Ferreira Filho (Casa Civil), Mauro Ricardo Machado Costa (Fazenda) e Sidney Beraldo (Gestão Pública).

Cálculo

Ambicioso, o projeto tem perspectiva de atingir patamares de países desenvolvidos até o ano de 2030. O alcance das metas é gradual e elas serão estipuladas ano a ano. O parâmetro a ser atingido é o OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade que reúne 30 países membros e que têm, entre outras metas, assegurar o melhor acesso à educação.

O fator de cálculo do Idesp vai de 0 a 10. Cada escola recebeu uma nota. Apesar do índice estabelecer o patamar máximo de 10, cada escala de ensino tem a sua meta a ser alcançada. No caso de alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental, a meta é atingir 7, no caso da 5ª a 8ª série é 6, e os alunos do ensino médio tem como meta o índice de 5.

A avaliação realizada pelo Idesp aponta que atualmente o índice médio de escolas de 1ª a 4ª série no Estado é de 3,23. Nas instituições de ensino de 5ª a 8ª série ele é de 2,54, e no ensino médio é de 1,41.

Um exemplo é o da escola Rodrigues Alves, localizada na avenida Paulista, em São Paulo. O índice de 1ª a 4ª série é de 3,96, e da 5ª a 8ª série é de 3,15. Como meta para 2008, eles terão de alcançar os índices de 4,09 e 3,26, respectivamente.

“Os desafios e necessidades de cada escola são diferentes”, afirma a secretária.

Melhores

A escola Papa João 6º, de Santo André (Grande São Paulo), com índice de 6,21, e a Baptista Docli, em Dolcinópolis (599 km de São Paulo), que obteve índice 5,39, são as melhores entre as instituições de ensino médio segundo o Idesp.

Outras cinco são de 5ª a 8ª série. São elas: Coronel Pontes Gestal, na cidade de Pontes Gestal (533 km de SP), com índice 6,89, e Baptista Dolci, em Dolcinópolis, com Idesp 6,50, Gentila Guizzi Pinatti, de Sebastianópolis do Sul (504 km de SP), que teve 6,10, Coripheu de Azevedo Marques, com 6,10 e localizada em Aparecida D’Oeste (629 km de São Paulo), e, por fim, Prefeito José Ribeiro, de Paranapuã (606), que obteve 6,07 no Idesp.

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Histórias ajudam crianças a desenvolver linguagem

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Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula

Publicado por blogye29 em Abril 28, 2008

Técnica de preparo prévio, adotada em faculdades, facilita envolvimento dos estudantes.

Acabou aquela história de que professor ensina e aluno aprende. Algumas escolas particulares têm rompido essa lógica que parece óbvia, mas hoje é tida como tradicional e ultrapassada porque não combina com o mundo atual, em que as informações estão disponíveis para quem quiser. Elas passaram a exigir que os alunos cheguem preparados para as aulas, com leitura prévia dos capítulos dos livros, pesquisas sobre o assunto, buscas na internet.

“As aulas se tornam mais dialogadas e o professor também precisa estar preparado para essa mudança”, diz a assessora pedagógica do Colégio Rio Branco, Vilma Rocha, que instituiu o que foi chamado na escola de “ensino estruturado” no ano passado. Ela conta que as aulas agora sempre começam ancoradas no conhecimento prévio do aluno, pesquisado em casa. Só depois o professor complementa as discussões com mais informações. “O aluno deixa de ser um elemento passivo.”

“O estudante precisa se preparar para aprender sozinho porque no trabalho e na faculdade será assim”, diz Walkiria Ribeiro, diretora-geral do Colégio Vértice, tido como o melhor de São Paulo há três anos por causa de sua posição no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Seus alunos, desde a 1ª série, são estimulados a preparar-se previamente para as aulas, lendo o conteúdo que será visto no livro didático e trazendo pesquisas de casa.

Ela conta que pede aos pais para não ajudarem os filhos nesse tipo de atividade nem em lições de casa. No primeiro mês do ano letivo, os estudantes aprendem a fazer a leitura prévia, selecionar dúvidas, levantar vocabulário desconhecido e preparar-se para a discussão em classe. E isso não acontece só em aulas de história ou geografia, cujos assuntos podem ser mais facilmente relacionados com temas atuais. É preciso ler e pesquisar também sobre logaritmos, química, física.

PARADIGMA

Para a educadora da Universidade de São Paulo (USP) Silvia Colello, esse tipo de estratégia é salutar e segue tendências atuais. “Hoje o conhecimento está disponível e aprende aquele que sabe procurar o que precisa.” Mas ela lembra que o professor precisa estar preparado para lidar com o imprevisível, já que os alunos trarão todo tipo de informação sobre o tema.

“Os pais também precisam entender essa proposta e não achar que o professor está deixando de fazer o seu papel”, completa. “Essa estratégia pressupõe a multiplicação de vozes na sala de aula e isso muda os paradigmas da escola.”

Gustavo Freitas Mancilha, de 16 anos, que estuda no 2º ano do ensino médio no Rio Branco, diz que no começo foi difícil se acostumar com a maior carga de trabalho em casa. “Mas depois se torna um hábito. Você acaba descobrindo assuntos que gosta.” A colega Nicole Goldman, de 15 anos, conta que nem todos os alunos têm disposição para fazer leituras prévias, pesquisas. “Fica claro que quem se prepara se sai melhor depois.”

O costume de pedir leituras e pesquisas antecipadas é comum em universidades, pois se imaginava que os alunos estariam mais maduros para se deparar com um tema novo antes da intervenção do professor. “Há uma tendência contemporânea de se antecipar a pesquisa. Antes se imaginava que primeiro se aprende e depois se faz pesquisa. Agora, isso acontece junto”, explica Silvia.

Na Escola Castanheiras, que atende crianças apenas do ensino fundamental, a estratégia não é sistemática, mas aparece sempre que os professores percebem que alunos podem contribuir com a busca de conteúdos. “É importante instrumentalizar a criança para aprender a pesquisar. Hoje, nem os pais nem a escola conseguem dar conta de todo o conteúdo que ela precisa aprender”, diz a coordenadora pedagógica, Rosana De Pieri. Ela conta, porém, que muitas vezes prefere que se pesquise em computadores e na biblioteca da própria escola para evitar a ajuda dos pais.

Em algumas escolas, a mudança é iniciativa de poucos professores. No Colégio Santo Américo, o professor de ciências Cesar Pazinatto pede aos alunos que tragam principalmente reportagens sobre temas que serão discutidos. “Isso facilita a aula porque os alunos participam mais”, conta. No Colégio Santa Maria, a aula de geopolítica deixou de ser uma aula, diz a professora Adriana Freitas. “São só oficinas de debates com os conteúdos trazidos pelos alunos.”



ESTRATÉGIA

Aviso prévio: Professores avisam aos alunos qual assunto será discutido na próxima aula.

Orientação: Os professores indicam aos estudantes os capítulos de livros a serem lidos e sites na internet com informações. Também pedem que os alunos busquem reportagens de jornal.

Preparo: Os alunos lêem e pesquisam em casa ou mesmo na própria escola antes da aula.

Participação: A aula começa com a participação dos alunos, que contam o que pesquisaram, posicionam-se sobre o tema e trocam informações.

Monitoramento: O professor participa organizando o debate, esclarecendo dúvidas e acrescentando conteúdos.

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Educação pela internet.

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Educação infantil pela internet.

Publicado por blogye29 em Abril 8, 2008

Outro dia estava vendo alguns sites relacionados a educação e achei o Educação 24 horas, que me interessou bastante. Achei que seria interessante postar sobre ele aqui.

Pode ser usado tanto por crianças quanto por adolescentes, desde os que acabam de ingressar o colégio, com jogos educativos e histórinhas, onde a criança brinca e aprende ao mesmo tempo, até jovens que estão se preparando para o vestibular, com resumos, atualidades, professores online 24 horas por dia, respondendo a todas as perguntas, inclusive de inglês e espanhol.

Fora isso, tem uma parte do site dedicada a pesquisas escolares, na qual ajuda a criança/adolescente a encontrar conteúdo para trabalhos ou provas.

O conteúdo é bem adequado a proposta do site, o que é bom para os pais, que podem ficar mais tranquilos ao deixarem seus filhos pequenos brincarem na internet. É dificil achar um site que seja 100% confiável.

Abaixo segue uma imagem do site, com o link.

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Alfabetização

Publicado por blogye29 em Abril 7, 2008

É fundamental, para a construção da escrita do nome que a criança saiba que desenhar é diferente de escrever a partir desta diferenciação que a criança começa a se dar conta de que precisa algo mais do que um desenho para poder escrever o seu nome, e então começam a aparecer em seus trabalhos as tentativas da escrita, a qual pode estar representada por “risquinhos”, “bolinhas”, “cobrinhas”…

A primeira letra do nome próprio é sempre a mais reconhecida e escrita pelas crianças antes das demais. Muitas chegam  a estabelecer uma relação de identidade que, em geral, as faz chamá-la de minha letra. É sempre aquela que reconhecem mais depressa em diferentes textos, cartazes, otdoors e outros.

A visualização é um mecanismo que faz parte da construção da escrita. Por este motivo é importante que os nomes estejam fixados nas grades, nos materiais, nas lancheiras, nos crachás.

Ao identificar seu nome e observá-lo escrito em diferentes locais e materiais, a criança, consequentemente, o memoriza. A partir de então inicia-se seu relacionamento com a escrita como representação de sua identidade, auxiliando-a a ver-se como um indivíduo que possui identificação. Por isso seu nome é tão importante. É um marco identificatório.

O modelo da escrita do nome em diferentes materiais informa à criança sobre quais são as letras e qual a quantidade necessária de letras para escrevê-lo, além de informar a posição e a ordem em que aparecem no seu nome.

É importante, nesse trabalho, a busca de semelhanças e diferenças, as posições das letras, os diferentes modos de escrita.

É interessante desafiar a criança nesta questão. Por exemplo: “Pus a primeira letra do nome de Camila. Onde ponho a segunda? Aqui ou aqui”? ( indicando à direita ou à esquerda da letra C ). Este tipo de desafio auxilia a criança na direcionalidade da escrita, deixando um pouco de lado as letras espelhadas tão comuns nas séries iniciais.

O sujeito é um construtor dos seus conhecimentos e nesse processo passa por etapas importantes que vão da visualização até o reconhecimento da escrita em diferentes lugares e formas.

O objetivo maior do trabalho com a escrita do nome na Educação Infantil é fazer com que a criança se reconheça como um sujeito importante que possui um nome que é só seu, além de propiciar a aprendizagem da escrita.

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A busca pelo assunto é enorme, aqui estão algumas das palavras que são buscadas quando se fala em alfabetização :

Publicado por blogye29 em Abril 3, 2008

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Publicado por blogye29 em Abril 3, 2008

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